Kashi no Ki Mokku
Ano: 1972
Esta versão de Pinóquio narra a história de um boneco de madeira extremamente ingênuo, crédulo e moralmente confuso, que ganha vida por meio de uma fada azul mística. Pinóquio (Mokku) é caracterizado por possuir diversas falhas de caráter que ele precisa superar para ser digno de receber a humanidade. Algumas dessas falhas incluem egoísmo, grosseria, insensibilidade, indolência, obstinação, excesso de confiança, autopiedade, estupidez, desobediência, mentira compulsiva, arrogância, ganância, covardia, imprudência, crueldade, tolice e uma incapacidade de aprender com os erros. Ao longo de toda a série, Pinóquio (Mokku), em parte devido à sua própria delinquência e desobediência repetitiva, deve passar por outras provações custosas de dificuldade e dor, nas quais é continuamente atormentado, perseguido, intimidado, humilhado, enganado, ridicularizado, ostracizado, espancado, oprimido e submetido a tratamento degradante e desumano. Sua representação clara da realidade austera de como seria ser literalmente subumano crescendo em um mundo de perigo e dificuldade, faz desta mais um bom exemplo de histórias tradicionais japonesas, que ensinam a observância moral através de uma dura resistência.